Uma das principais foi em 1843, quando foi remodelado para receber a Princesa das Duas Sicílias, Teresa Cristina Maria de Bourbon, noiva do Imperador D. Pedro II, passando a se chamar Cais da Imperatriz. O Cais da Imperatriz é muito mais do que uma casa de festas: é um patrimônio vivo que une a solenidade do passado imperial à efervescência do Rio contemporâneo. Erguido em 1856 como cocheira para os comerciantes da região portuária, o casarão passou por uma cuidadosa restauração de três anos.
Para a Unesco, o Cais do Valongo é considerado um sítio arqueológico de memória sensível, pois remete a memória de dor e sofrimento na história dos antepassados dos afrodescendentes que representa mais da metade da população brasileira. 1,186 Followers, 42 Following, 39 Posts - Cais da Imperatriz (@caisdaimperatriz) on Instagram: "Espaço para eventos. Localizado no Porto Maravilha, numa edificação de 1856, restaurada e preservada."
Hoje, funciona o Cais da Imperatriz, espaço para diversos eventos e festas. Apesar de ter sido restaurada, o charme da construção é justamente sua deterioração e os fundos do casarão, uma área ao ar livre com verde, que faz vezes de área de fumantes. Em 1843, o cais foi reformado para o desembarque da princesa Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias, que viria a se casar com o imperador D. Pedro II. O atracadouro passou então a chamar-se Cais da Imperatriz.
Nas últimas semanas, a redescoberta das estruturas do Cais da Imperatriz, na Zona Portuária do Rio, durante as obras realizadas na Avenida Barão de Tefé, foi alvo de atenção da mídia nacional, e de promessas da administração municipal quanto à sua preservação. Há poucos passos da Praça Mauá, no coração da Cidade, com rara facilidade de acesso e estacionamento de veículos, o Cais da Imperatriz abriga até 600 pessoas em eventos diversos.
O Cais da Imperatriz, situado na histórica Rua Sacadura Cabral, na zona portuária do Rio de Janeiro, é um espaço de memória e cultura que funciona como um dos cenários mais imponentes para eventos e celebrações na cidade. O Cais do Valongo é um sítio arqueológico dos vestígios do antigo cais de pedra construído pela Intendência Geral de Polícia da Corte do Rio de Janeiro para o desembarque no Rio de Janeiro de africanos escravizados a partir de 1811. Em julho de 2017 foi reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O
O Cais do Valongo pode ganhar o título de Patrimônio Cultural. A candidatura foi feita pelo comitê científico do projeto Rota do Escravo a Unesco. O sítio arqueológico foi redescoberto em 2011 a partir das obras de revitalização da Zona Portuária. O cais é de 1811 e por ele entraram no Brasil cerca de um milhão de africanos escravizados o que o caracteriza como o maior porto Cais no Rio vai virar museu a céu aberto Quando o Cais do Valongo foi soterrado para a construção do Cais da Imperatriz, que receberia Dona Teresa Cristina, em 1843, Dom Pedro II não poderia imaginar que a história escondida do porto que mais recebeu escravos africanos no mundo voltaria à tona dois séculos depois, graças a