A classificação do relevo brasileiro proposta por Jurandyr Ross conta com 28 unidades, divididas em planaltos, planícies e depressões. Jurandyr Ross utilizou-se de 3 critérios para sua classificação: O geógrafo Jurandyr Ross, professor da USP e autor do recém-lançado Mapa de Relevo da América do Sul, explica os resultados deste trabalho e fala sobre como o relevo da América do Sul está se transformando. Apresentação: Fabrício Marques e Carlos Fioravanti. Produção e roteiro: Biancamaria Binazzi Assistência de produção: Sarah Caravieri Gravação e montagem: Dagoberto Alves
Identifique no mapa a seguir (figura a seguir) os 11 planaltos, 11 depressões e seis planícies identificados pelo Prof. Jurandyr Ross, que aparecem devidamente numerados. Jurandyr Luciano Sanches Ross CV Lattes Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) (Instituição Sede da última proposta de pesquisa) País de origem: Brasil
Em 1989 o professor Jurandyr Ross elaborou uma outra classificação do relevo, dessa vez usando como critério três importantes fatores geomorfológicos: - a morfoestrutura- origem geológica; - o paleoclima- ação de antigos agentes climáticos; - o morfoclima- influência dos atuais agentes climáticos. Jurandyr Luciano Sanches Ross é geógrafo, com mestrado, doutorado e livre-docência pela Universidade de São Paulo, onde é professor de Geografia. Como consultor, participou dos estudos ambientais para a construção de hidrelétricas nas bacias hidrográficas dos rios Xingu, Madeira, Iguaçu e Uruguai; das pesquisas socioambientais para Zoneamento Ecológico-Econômico junto ao MMA
Elaborado com base em imagens de radar, o novo mapa do relevo brasileiro de Jurandyr Ross possibilitou ampliar a complexidade da geomorfologia do Brasil. Aos planaltos e planícies já presentes em classificações anteriores, o geógrafo propôs a criação de uma terceira macrounidade, as depressões, que são a) porções residuais salientes do relevo, que apresentam intensa A classificação do relevo brasileiro de Jurandyr Ross, elaborada com base em imagens de radar das décadas de 80 e 90, possibilitou ampliar a complexidade da geomorfologia do Brasil. Ross propôs a criação de uma terceira macro-unidade além dos planaltos e planícies, as depressões; além de ter estendido para quase trinta as unidades de relevo.
Clique para ampliar. Mapa com as 28 unidades discriminadas por Jurandyr Ross em sua classificação. Imagem: Internet . Na visão de Ross, professor titular da USP, os planaltos são regiões acima de 300 metros, com predomínio da erosão, contendo formas irregulares de relevo como serras, morros e chapadas. Estão divididos em 4 No escritório de seu apartamento, entre paredes cobertas de mapas, o geógrafo Jurandyr Luciano Sanches Ross redescobriu o Brasil à medida que examinava dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com colegas de outros estados. O que emergiu foram na verdade três Brasis: o que denominaram o Brasil da natureza, com grandes áreas verdes; o do semiárido, no sertão
Jurandyr Luciano Sanches Ross - É geógrafo formado pela Universidade de São Paulo (1972), com mestrado e doutorado em Geografia (Geografia Física) pela Universidade de São Paulo (1987). Professor titular da Universidade de São Paulo, foi chefe do Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em In his office at his apartment, inside map-covered walls, geographer Jurandyr Luciano Sanches Ross rediscovered Brazil as he examined data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) with colleagues from other states. What they found were three versions of Brazil: what they called the Brazil of nature, with large green areas; the semiarid Brazil, in the northeastern sertão