Além disso, nota-se outra característica parnasiana muito comum na obra de Raimundo Correia: a presença de reflexões filosóficas, afinal, o movimento de passagem das pombas representa uma reflexão sobre as passagens da vida, que é, segundo a voz poética, mutável. A obra de Bilac, assim como a poesia parnasiana, inspirou obras de outros poetas e também letras de canções do início do século XX. O poeta Carlos Drummond de Andrade tornou-se famoso com o poema "No meio do caminho", publicado na Revista de Antropofagia em julho de 1928.
A pesquisadora utilizou a tecnologia para coletar dados quantitativos que balizaram as análises, com a criação de um corpus digital da obra de Teófilo Dias, especificamente "Fanfarras" (1982). A sua obra "Fanfarra" é, então, um marco do movimento na literatura do país. Além de Teófilo Dias, podemos citar ainda Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia. Os autores ficaram conhecidos como "a tríade parnasiana". Alberto de Oliveira: Meridionais (1884) e Sonetos e poemas (1885);
No que tange à produção literária parnasiana no Brasil, tem-se como obra inaugural do movimento Fanfarras (1882), de Teófilo Dias. Posteriormente, Olavo Bilac assumiu o posto de mentor parnasiano. Nesse sentido, um dos fatores conjecturais que fez de Bilac o nome mais importante dessa escola literária foi:. No que tange à produção literária parnasiana no Brasil, tem-se como obra inaugural do movimento Fanfarras (1882), de Teófilo Dias. Posteriormente, Olavo Bilac assumiu o posto de mentor parnasiano.