Os rins dos répteis são adaptados para a reabsorção de água e a excreção de ácido úrico sólido. Além disso, esses animais possuem glândulas excretoras especiais, como as glândulas de sal em tartarugas marinhas. Animais cujo principal produto de excreção é a ureia são denominados ureotélicos. O ácido úrico é o principal excreta dos insetos, caramujos terrestres, aves e alguns répteis, sendo eliminado juntamente com as fezes, na forma de uma pasta de cor esbranquiçada, altamente concentrada.
Excreção em Répteis: Ácido Úrico. O documento aborda a classe Répteis, destacando sua evolução, classificação em ordens como Chelonia, Squamata e Crocodilia, e características adaptativas que permitem sua sobrevivência em ambientes terrestres. Répteis e aves têm a amônia resultante transformada, no fígado, em ácido úrico - menos tóxico que os outros dois e menos solúvel em água - que será excretado junto com as fezes do animal. A excreção de ácido úrico é uma boa estratégia de evitar perda de água nestes animais terrestres, chamados uricotélicos.
Quando os répteis sentem-se muito aquecidos, geralmente procuram locais de sombra. Com esse comportamento mantêm a temperatura do corpo praticamente constante, em torno dos 37ºC. O seu sistema excretor apresenta rins mesonéfricos que são ligados por ureteres à bexiga, que por sua vez está ligada à cloaca. Os répteis possuem rins metanéfricos. Muitos répteis possuem uma bexiga urinária que, como a dos anfíbios, é uma evaginação da parede ventral da cloaca. Esta estrutura, contudo, não aparece nos crocodilianos, nas serpentes e em alguns lagartos. Os répteis liberam uma urina semissólida formada por ácido úrico, íons e outros compostos. O ácido úrico é pouco hidrossolúvel e
A excreção nos répteis é realizada graças à presença de um par de rins. Estes produzem a urina que é conduzida através dos ureteres até a cloaca ou até a bexiga urinária antes de ser eliminada pela cloaca. Aves, répteis e muitos insetos excretam ácido úrico, permitindo-lhes conservar água e sobreviver em habitats onde a disponibilidade de água é limitada. A excreção de ácido úrico é uma adaptação evolutiva que permite a esses animais minimizar a perda de água durante a eliminação de resíduos nitrogenados.