Sobre o cordel: estas são as duas primeiras estrofes de "A seca do Ceará", cordel composto por 18 estrofes e que tem como tema a. A Seca do Ceará - versos de cordel Leandro Gomes de Barros Seca as terras as folhas caem, Morre o gado sai o povo, O vento.
A seca deixou a terra sem folhas ou animais, forçando milhares a emigrarem em busca de comida. Homens, mulheres e crianças. Um clássico da literatura de cordel brasileira que narra os horrores da seca no sertão cearense no século XIX. O poeta descreve a miséria, a fome, a morte e a desesperança que assolaram a região e seus habitantes.
Sobre o cordel: estas são as duas primeiras estrofes de "A seca do Ceará", cordel composto por 18 estrofes e que tem como tema a realidade da seca no sertão nordestino. A Seca do Ceará - versos de cordel Leandro Gomes de Barros Seca as terras as folhas caem, Morre o gado sai o povo, O vento varre a campina, Rebenta a seca de novo;
A seca deixou a terra sem folhas ou animais, forçando milhares a emigrarem em busca de comida. Homens, mulheres e crianças morreram de fome e exaustão, enquanto o governo falhou em fornecer ajuda suficiente. O poema pinta um retrato desolador dos efeitos devastadores da seca. Um poema que narra os horrores da seca no sertão cearense no século XIX, com descrições dramáticas e críticas à sociedade. Leia o texto completo, com quatro estrofes de oito versos cada, no blog Poemas e frases.
Título: A Seca do Ceará Autor: Leandro Gomes Instituição: Cecordel Ano: 2019 - 1ª Edição Páginas: 009 Tipo: Livro Digital Formato: .pdf Licença: Domínio Público 0.5 MB Baixar Livro Download Seguro Seca as terras as folhas caem, Morre o gado sai o povo, O vento varre a campina, Rebenta a seca de novo; Cinco, seis mil emigrantes Flagelados retirantes Vagam mendigando o pão, Acabam-se os animai…
A Seca do Ceará - Leandro Gomes 9 fSanto Deus! Quantas misérias Contaminam nossa terra! No Brasil ataca a seca Na Europa assola a guerra A Europa ainda diz O governo do país Trabalha para o nosso bem O nosso em vez de nos dar Manda logo nos tomar O pouco que ainda se tem. Vê-se nove, dez, num grupo Fazendo súplicas ao Eterno Crianças O poema descreve os efeitos devastadores da seca no Ceará, forçando milhares a emigrarem em busca de comida enquanto a terra fica estéril e os animais morrem. A paisagem outrora verde e cheia de vida agora está vazia, escura e silenciosa.